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A vida não é um mar de rosas. Um dia a gente está amando loucamente e no outro a gente chora feito uma criança quando quer aquele brinquedo fantástico que a mãe não pode dar.

Às vezes nós temos uma sintonia incrível e absurda com alguém, mas esse alguém acaba por nos decepcionar ou então as coisas simplesmente parecem não terem sido feitas para resultar. Eu sei que nesse momento parece que o chão se abre abaixo dos nossos pés, e que às vezes o desejo de mergulhar de cabeça e acabar de vez com esse sofrimento chega a ser maior do que a vontade de seguir em frente.

Quando a gente se apega muito a alguém, e depois nos afastamos, nós ficamos assim mesmo. Sem chão, sem rumo, sem vontade de dar continuidade à nossa rotina de sempre. Os dias parecem cinzas, o cheiro daquela pessoa surge por todos os cantos. A saudade dá um nó no peito, o corpo começa a sentir falta do abraço, do aconchego.

Mas nem sempre isso significa que as coisas chegaram ao fim. Nesses momentos nós precisamos fazer amizade com essa distância toda que nos tem atormentado. Nós precisamos de nos acalmar. Precisamos respeitar o espaço dos dois e enfiar na cabeça que amor a gente não implora. É preciso dar um novo rumo para a vida e realmente ocupar a mente com coisas que dão sentido ao nosso novo estilo de vida, mesmo que seja apenas temporário.

Às vezes as pessoas precisam apenas de um tempo para organizar as coisas e colocar em ordem o amor que sentem por alguém.

Se for para ser, acontece. Se for para voltar, voltará melhor do que antes. Se for para duas pessoas ficarem juntas de novo, nada vai atrapalhar ou torcer contra. Alguns términos são apenas um ”até logo”, e enquanto isso nós precisamos viver a nossa vida sem criar grandes expectativas. Precisamos colocar aquele sorrisão no rosto, reforçar o amor próprio, dar uma chance para nós mesmos. Se for para acontecer, o amor voltará ainda mais convicto, com o peito aberto e transbordando carinho. Voltará ainda mais intencionado.

(Texto de Rogério Oliveira)

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Amor

As decepções ensinam o coração a agir com cuidado

E pensando bem, se não cuidarmos de nós mesmos, quem fará isso por nós? Ninguém!

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Ninguém desiste de acreditar nos relacionamentos amorosos por acaso. Alguém que decide, ainda que temporariamente, recuar diante de uma possibilidade de envolvimento amoroso, possui as suas razões para isso.

É muito fácil rotular alguém como frio, calculista, egoísta, solitário ou algo desse tipo, difícil é encontrar alguém interessado em compreender, ao invés de julgar as escolhas do outro.

As rupturas amorosas são um dos maiores desgastes que enfrentamos na vida. Independentemente das motivações que levaram ao término de uma relação, o luto é inevitável. Então, chega uma fase em que é perfeitamente normal a pessoa dar uma recuada e focar em outros interesses alheios à esfera sentimental.

Quando alguém opta por dar férias ao coração, certamente, é porque vivenciou alguns dissabores que acabaram por minar o seu otimismo. As experiências pelas quais passamos marcam-nos, de uma forma ou de outra, e sentir receio de envolver-se novamente, expondo-se à possibilidade de viver outro luto, pode ser um possível mecanismo de proteção para um coração que sobreviveu a tantas provações.

É previsível que uma pessoa torne-se cada vez mais racional conforme vai acumulando vivências que a fizeram sofrer. É como se, a cada decepção, a sua inocência e a sua capacidade de confiar no outro fossem comprometidas.

A situação se agrava quando a pessoa se dá conta de que viveu alguns sofrimentos que poderiam ter sido evitados, ou seja, ela olha para alguns relacionamentos fracassados e percebe que se envolveu por pura carência ou porque o outro, também por carência, insistiu muito e ela acabou por ceder, atuando como uma espécie de muleta para quem atravessava uma fase sombria da vida e não teve dignidade suficiente de viver o próprio luto sem envolver outra pessoa.

Diante disso, a pessoa terá que lidar com a dor da ruptura e, de brinde, com aquele sentimento assolador de ter sido usada pelo outro e ter sido descartada logo que perdeu a sua utilidade como muleta. Sim, é muito comum isso: uma pessoa totalmente machucada chega na vida de outra e acaba sendo acolhida, o outro oferece a ela o que tem de melhor e tal. Daí, após algum tempo, o ferido recupera as suas forças e percebe que não é bem ali que ele quer ficar, então, simplesmente levanta voo e vai em busca de outros ares e dane-se aquele que o acolheu quando estava no fundo do poço.

Há ainda outro fator que considero desanimador nesse contexto: os tempos atuais são de amores descartáveis, então, tornou-se uma prática rotineira as pessoas, ao romperem um relacionamento, tratarem o ex companheiro(a) como algo totalmente inutilizado, uma espécie de lixo tóxico que deverá ser mantido completamente isolado.

Diante disso, não é de se estranhar que um ex casal, que um dia foi só romantismo e promessas de amor eterno, hoje não passa de contatos bloqueados nas redes sociais. Fica nas entrelinhas a seguinte mensagem: agora que não preciso mais de ti, não quero sequer correr o risco de receber uma mensagem tua, vou te bloquear. Dane-se. Então, creio que muitas pessoas estão cada vez mais se protegendo da possibilidade de serem tratadas como objetos descartáveis, afinal isso machuca, isso fere a dignidade de qualquer um.

Como diz o velho ditado popular: cada um sabe onde o sapato aperta, não é mesmo? Cada um sabe muito bem das bordoadas que já levou da vida, especialmente, no território do amor. Então, é perfeitamente compreensível uma pessoa puxar o freio de mão, ainda que por uma fase. É mais ou menos assim que as pessoas pensam: se eu tiver que arriscar, que seja por alguém que mexa muito com a minha estrutura, não estou afim de correr risco desnecessário.

E pensando bem, se não cuidarmos de nós mesmos, quem fará isso por nós? Ninguém!

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Amor

Não existe falta de tempo, existe falta de interesse

Tu também tens liberdade de escolha.

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Se alguém quiser, conseguirá encontrar tempo para estar contigo. Se alguém diz que não tem tempo é porque na verdade não quer estar contigo ou porque tem outras prioridades. Não deixes que te mintam ou te enganem. Qualquer pessoa conseguirá sempre reservar um espaço para alguém que tem vontade de ver, com quem tem vontade de estar ou com quem se preocupa: é assim mesmo que funciona a lógica do carinho e do amor.

A atenção nunca deve ser mendigada. Querer é poder, e se alguém quiser mesmo estar contigo, conseguirá estar. A vida é um acumular de prioridades e de segundas opções. Quando classificamos mentalmente as nossas relações em prioridades ou opções, o que fazemos na verdade é nos orientarmos em função do valor que damos a certas pessoas.

Mantém a tua atenção e, se tu perceberes que alguém não te está a valorizar como tu mereces, não peças: mendigar atenção é uma coisa que certamente ninguém merece ter que fazer.

Se tu estás nesta situação, onde sentes que dás 100% de ti por algo que deve ser recíproco e não é, talvez seja o momento de enxergar que por trás da falta de tempo existem desculpas inventadas e pouco interesse. Costuma ser doloroso e decepcionante, mas é mais saudável a longo prazo solucionar esse desequilíbrio do que continuar mantendo-o: no fim das contas, a união de duas pessoas é algo no qual dar é gratificante mas receber também é necessário.

Para além disso, se alguém que tu incluis nas tuas prioridades sem sequer duvidares, começou a deixar-te de lado, pode ser que algo tenha acontecido mas também pode ser falta de interesse daquela pessoa: lembra-te que gostar de alguém não tem calendário.

Aprendi que quem não procura não sente saudade, e quem não sente saudade não gosta de ti. Aprendi que a vida decide quem entra na tua vida, mas tu decides quem fica. Aprendi que a verdade dói uma vez só e a mentira dói para sempre. Por isso valoriza aqueles que te valorizam, e não trates como prioridade quem te trata como uma opção.

Se alguém te quer ter na sua vida, essa mesma pessoa encontrará um lugar para ti sem ser necessário que tu lutes por isso.

Tu também tens liberdade de escolha. Pensa bem e escolhe quem tu queres ter na tua vida e, quando o fizeres, não te esqueças de quem te escolheu para fazeres parte da sua própria vida: valoriza quem demonstra que quer estar ao teu lado.

(Texto de Cristina Trilce)

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Amor

Namorar só vale a pena se for com a pessoa certa

Namorar só vale a pena se for com alguém que te faça olhar para trás e agradecer por não ter dado certo com ninguém antes. Namorar só vale a pena se for com alguém que faça não existir mais ninguém depois.

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Amor tem que ser fácil, tem que ser bom, tem que ser complemento, tem que ser ajuda. Amor que é uma luta constante é sofrimento. Amor que rebaixa é dor. Amor que não é amor, não encaixa, não embeleza, não serve.

Namorar só vale a pena se for com alguém que não tenha conversas dúbias. Que não te enrole. Que não tenha meias palavras. Que não dê desculpas. Que não crie barreiras no que deveria ser fácil e simples. Namorar só vale a pena se for com alguém que saiba o que quer e que queira agora.

Namorar só vale a pena se for com alguém que te transmita segurança. A pior coisa que existe é o medo constante de ser trocado ou de não ser bom o suficiente.

Namorar só vale a pena se for com alguém que te assuma. Que ande ao teu lado com orgulho. Que te apresente aos pais, aos amigos, ao chefe, ao empregado de limpeza da firma. Que segure a tua mão ao andar na rua. Que não tenha medo de te olhar apaixonadamente na frente dos outros. Namorar só vale a pena se for com alguém que não se importe com os outros ou com o que eles pensam.

Namorar só vale a pena se for com alguém que não deixe existir zonas nebulosas. Que te dê mais certezas do que perguntas. Que apresente soluções antes mesmo dos questionamentos aparecerem. Namorar só vale a pena se for com alguém que seja a solução para os problemas e não a causa.

Namorar só vale a pena se for com alguém que esteja disposto a superar os traumas de fracassos anteriores. Que não tenha assuntos mal resolvidos. Que saiba que para ser feliz, tem que deixar o passado para trás. Namorar só vale a pena se for com alguém que só tenha interesse no futuro e que queira esse futuro contigo.

Namorar só vale a pena se for com alguém que te faça rir. Que te mostre que a vida pode ser leve mesmo em momentos duros. Que seja o teu refúgio em dias caóticos. Namorar só vale a pena se for com alguém que quando te abraça, o resto do mundo não importa mais.

Namorar só vale a pena se for com alguém que te transborde. Que te faça sentir que tu vais explodir de tanto amor. Que te faça sentir a pessoa mais especial do universo.

Namorar só vale a pena se for com alguém que faça planos. Que veja um futuro ao teu lado. Que te carregue para onde for. Namorar só vale a pena se for com alguém que apesar de conseguir viver sem ti, escolha viver contigo.

Namorar só vale a pena se for com alguém que não se esconda. Que não te esconda. Que cada palavra sua seja direta e clara. Que não dê brechas para o mal entendido. Que faça o que fala e fale o que faça. Namorar só vale a pena se for com alguém cujas palavras complementam as suas ações.

Namorar só vale a pena se for com alguém que te admire. Que te impulsiona para a frente. Que te apoie quando ninguém mais acreditar em ti. Que te ajude a transformar sonhos em realidade. Namorar só vale a pena se for com alguém que acredite que tu és capaz de tudo aquilo que queiras.

Namorar só vale a pena se for com alguém que tu não precises convencer de que tu vales a pena. Que não tenha dúvidas. Namorar só vale a pena se for com alguém que te olhe da cabeça aos pés e saiba, sem hesitar, que na sua vida cabes tu e só tu.

Namorar só vale a pena se for com alguém que te faça olhar para trás e agradecer por não ter dado certo com ninguém antes. Namorar só vale a pena se for com alguém que faça não existir mais ninguém depois.

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