Garganta fechada, estômago embrulhado, mãos suadas, falta de apetite, insónia. Um médico ficaria preocupado com tais sintomas, afinal, pode ser uma nova gripe, um novo vírus. E é. De certa forma. Ah, o poder de um telefonema não atendido, de um SMS não respondido, de um sorriso não correspondido.

Desenvolvimento Pessoal

O poder de um telefonema não atendido: porque ninguém vale mais que a tua paz!

Garganta fechada, estômago embrulhado, mãos suadas, falta de apetite, insónia. Um médico ficaria preocupado com tais sintomas, afinal, pode ser uma nova gripe, um novo vírus. E é. De certa forma. Ah, o poder de um telefonema não atendido, de um SMS não respondido, de um sorriso não correspondido.

Garganta fechada, estômago embrulhado, mãos suadas, falta de apetite, insónia. Um médico ficaria preocupado com tais sintomas, afinal, pode ser uma nova gripe, um novo vírus. E é. De certa forma. Ah, o poder de um telefonema não atendido, de um SMS não respondido, de um sorriso não correspondido.

É devastador. Pessoas convivem com essa bomba relógio diariamente, esse tic tac que não te abandona nem num concerto barulhento. E por mais humano e natural que seja ficar nervoso, de vez em quando, é preciso lembrar que essa adrenalina, essa fogueira na barriga, em algum momento precisa de se apagar.

A vida é cheia de pessoas. E ser pessoa é assim mesmo, relacionar-se. Nós começamos desde cedo a ter contato, a depender do outro. Quando somos crianças, passamos de mão em mão, sem saber andar. Os nossos primeiros sons são emitidos na ânsia de dizer algo. Porque queremos sempre dizer algo a alguém. E esperamos, em troca, uma resposta. Qualquer que seja. Mas não somos preparados para sermos ignorados. Não somos instruídos a encarar o nosso próprio silêncio, a olharmo-nos de cara lavada no espelho do banheiro às 3 da manhã. E, principalmente, não somos ensinados a ser autossuficientes.

Que fique claro, de antemão, que ser autossuficiente não se trata de não contar com ninguém. Não se trata de ser sozinho. Mas sim de, se for o caso, conseguir viver sozinho, em paz. Que seja possível continuar a vida mesmo após ser ignorado, chutado, trocado. É assim mesmo, tudo passa no final das contas. E, por mais cliché que possa parecer, a vida traz sempre algo melhor depois.

Nada é insubstituível. Nada é maior do que a tua paz, do que a tua satisfação contigo mesmo. E se alguém está a tirar o teu sono, a tua fome, a tua energia, aproveita essa “tiração” de coisas e tira essa pessoa da tua vida. Não vale a pena sofrer. É óbvio que a gente sofre, chora, é inevitável. Mas não te permitas passar muito tempo assim. Não é certo olhar para trás e lembrar-se somente dos momentos de dor. Não é certo que uma pessoa tenha importância tal na tua vida, que uma ligação não atendida faça com que tu percas todo o teu dia. O teu bem estar agradece, e o teu coração também.

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Então tira o dia para fazer o que tu gostas, para te conheceres melhor. Toma um banho quente, passa aquela loção cheirosa no corpo, veste aquela roupa leve e que te faz sentir bem, desliga o telemóvel e sai. Permite-te ficar só, a ouvir os sons da cidade, vai para um lugar remoto, admira a paisagem e contempla o mundo, contempla a tua paz. Olha para a imensidão e vê-te como só mais um ponto nesse universo gigantesco. Depois de te localizares, olha para a tua dor como sendo menor do que tu e, se tu és pequeno perto do mundo, então imagina a tua dor. Então tu vais ver que nada é assim tão angustiante.

Depois levanta-te e experimenta sentares-te numa mesa de bar, ou numa cafetaria, sem ninguém. Experimenta pegares no cardápio e poder escolher o que quiseres, sem te preocupares com o tempo para analisar as possibilidades. Ninguém vai estar à espera das tuas escolhas. Só depende de ti. Com calma, degusta o que pedires. Sente os sabores. Sem olhar para o relógio, sem te preocupares com a hora marcada. O teu compromisso maior tem de ser sempre contigo. A paz interior é o bem mais precioso que alguém pode cultivar. E por mais que o mundo seja cheio de estímulos, às vezes, é preciso desacelerar. Deixa essa bomba de anseios, medos e carências que está a morar em ti explodir de uma vez só. E verás nascer um novo “eu”, cheio de paz.

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