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Mulheres Ao Poder

Não, não somos obrigadas a aguentar tudo, a paciência tem limites

Somos nós que conhecemos os nossos limites e sabemos até onde podemos caminhar sem forçar demasiado a nossa bondade.

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Ser gentil, amigável e prestativo é uma coisa ótima. Se mais pessoas dispusessem de um pouco do seu tempo e energia para ajudar os outros, provavelmente o mundo seria um lugar bem menos hostil e viver seria muito mais leve.

Por outro lado, não devemos confundir gentileza com passividade. Não devemos permitir que abusem da nossa boa vontade e passem por cima de nós porque somos bonzinhos e vamos aceitar e perdoar tudo.

Acredito firmemente no perdão. Porém, acredito também que só deve ser perdoado quem pede perdão, quem deseja realmente ser perdoado, quem demonstra arrependimento e vontade de dar um novo rumo.

Não, não somos obrigados a aguentar tudo. Paciência tem limites. Ninguém deve ser obrigado a conviver e a ser gentil e a distribuir beijinhos e sorrisinhos para quem nos provocou sofrimento, para quem nos magoou gratuitamente.

Na maioria das vezes, como afirma o ditado popular, quem bate, esquece. Mas quem apanha não. Quando ofendemos ou prejudicamos de forma mais objetiva uma pessoa, causando danos à sua vida, devemos sim tentar consertar o que fizemos de errado ou pelo menos tentar amenizar de alguma forma o estrago que provocamos.

Sim, nem sempre é possível corrigir os nossos erros. Nem sempre é possível alguém aproximar-se novamente de quem prejudicou para demonstrar o seu arrependimento. Em alguns casos, manter-se longe é o melhor a se fazer. Mas muitas vezes é possível voltar atrás e corrigir o erro e mesmo assim a pessoa se recusa a fazê-lo

A vida é feita para ser vivida, não suportada. Quando nos sentimos obrigados a perdoar tudo, ignorando os nossos sentimentos, ignorando as feridas ainda abertas, impomos a nós mesmos uma espécie de tortura psicológica. E não devemos impor sofrimento a ninguém, incluindo a nós mesmos, para agradar a outras pessoas.

Não, não somos obrigados a conviver com gente que nos põe para baixo com um sorriso falso nos lábios e palavras pseudo educadas. Não somos obrigados a conviver com gente que rouba o nosso ar, que baixa a nossa energia, que nos provoca qualquer tipo de constrangimento. Não somos obrigados a agradar a quem não se esforça minimamente para nos alegrar. Não somos obrigados a nos sacrificar por quem não dá a mínima para os nossos sentimentos. Não somos obrigados a compreender e a demonstrar simpatia por quem nos atropelou sem qualquer dó.

Somos nós que conhecemos os nossos limites e sabemos até onde podemos caminhar sem forçar demasiado a nossa bondade. Somos nós que podemos medir o peso de uma ofensa e a extensão de um estrago sofrido na nossa vida.

(Texto de Marcel Camargo)

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Mulheres Ao Poder

Euromilionária mostra resultados de 75 mil euros em cirurgias plásticas

Foi há quase cinco anos anos que a escocesa, natural de Edimburgo, se tornou na mais jovem vencedora do Euromilhões, arrecadando mais de um milhão de euros.

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Jane Park tinha apenas 17 anos quando viu a sua vida virada de pernas para o ar. Foi há quase cinco anos anos que a escocesa, natural de Edimburgo, se tornou na mais jovem vencedora do Euromilhões, arrecadando mais de um milhão de euros.

A fortuna não foi sinónimo de felicidade e só agora, depois de gastar quase 75 mil euros em cirurgias plásticas, é que a jovem, hoje com 21 anos, encontrou o amor e é capaz de se dizer feliz. No entanto já gastou toda a fortuna.

Jane namora com o jovem futebolisata Jordan Piggot, de 18 anos, e diz que foram as cirurgias plásticas que lhe deram confiança e coragem para começar a relação.

A jovem exibe orgulhosa nas redes sociais os resultados das operações: implantes de silicone no rabo e nos seios, implantes dentários e colocação de coroas de cerâmica, abdominoplastias e um ‘lifting’ brasileiro das nádegas.

Foi este último procedimento que a deixou às portas da morte, depois de ter entrado em choque séptico e ter feito uma grave reação alérgica à anestesia, na operação feita na Turquia.

Ainda assim, Jane não está arrependida. “Os dentes novos, o aumento mamário e o rabo definido foram, na opinião dela, melhor investimento do que todas as casas e propriedades que comprou. É estranho que a Jane não se arrependa de uma operação que podia ter sido uma sentença de morte, mas isso mostra bem o quanto as operações lhe mudaram a vida e a tornaram mais feliz”, conta uma amiga da euromilionária ao Daily Mail.

Fonte: CM Jornal

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Mulheres Ao Poder

A fantástica geração de mulheres que não foram feitas para casar

Antes de casar, a nossa prioridade é amar. E isso nós fazemos muito bem.

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Nós não fomos criadas para sermos princesas.

Não brincamos apenas de bonecas e não aprendemos, desde cedo, como cuidar de uma casa.

As nossas mães nunca tiveram tempo para nos ensinar a costurar: em vez disso, nos mostravam com exemplos práticos como ser fortes, independentes e batalhadoras. Em vez de bonecas, livros. Em vez de panelinhas, cadernos.

Fomos criadas para sermos mulheres fortes, para enfrentar o mundo de frente. Não somos mulheres para casar.

Não vamos viver para limpar a casa, lavar os pratos e dedicar 100% do nosso tempo para os nossos filhos, porém, seremos parceiras, ótimas companhias e as melhores pessoas para dividir uma vida e uma história.

Não fomos criadas para esperarmos a porta do carro ser aberta ou a cadeira ser puxada: nós aprendemos que o quer que a gente queira, nós temos capacidade para fazê-lo.

Não sabemos pregar um botão, mas sabemos indicar uma costureira incrível e barata.

Não sabemos fazer o melhor almoço de domingo, mas dividimos a conta de um restaurante impecável.

Não somos as melhores do mundo em limpar o apartamento, mas se tu quiseres conversar sobre o expressionismo abstrato, vamos fazer isso com o maior prazer do mundo enquanto indicamos um bom vinho e escolhemos um bom hotel naquele site que descobrimos ontem.

Nós não sabemos se vamos querer ter filhos um dia, mas conseguimos amar um sobrinho ou um filho de uma amiga com todas as nossas forças.

Não estamos ansiosas por um anel ou por um vestido branco, mas ficamos realmente felizes com aquele presente inesperado que foi comprado por amor e sem data comemorativa. As nossas brincadeiras favoritas na infância nunca foram casinha ou boneca, mas éramos as melhores em artes e redação.

Não fomos criadas para brigar contigo enquanto tu jogas vídeo-games com os amigos, mas sim, para jogar tão bem quanto vocês todos juntos.

Mas por favor, não nos entendam mal. Não somos mulheres que não gostam do amor ou que não sabem amar, muito pelo contrário! Enxergamos o amor nas coisas mínimas.

Para nós, um “se cuida” é o equivalente a um “eu te amo”, um “já comeu?” é uma prova do quanto nós importamos para alguém e um “estou com saudades” faz o nosso coração bater mais forte.

Não somos mulheres criadas para casar, mas somos as melhores para dividir uma casa, uma bicicleta, uma mala de viagem e algumas linhas a serem escritas. Às vezes, nós queremos casar, nos vestir de branco e celebrar o amor com tanta gente querida.

Mas não fomos criadas para isso, não.

Antes de casar, a nossa prioridade é amar.
E isso nós fazemos muito bem.

(Texto de Michele Santos)

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Mulheres Ao Poder

Obrigado por me teres feito sofrer

Obrigado por me fazeres mais forte!

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Por tua causa eu soltei muitas lágrimas e odiei a vida por um tempo. Eu chorei por vários dias e noites seguidas. Deixei de comer, deixei de sair, perdi a vaidade em mim. Eu já não era mais a mesma pessoa, que antes fazia piadas e brincava com tudo.

As pessoas ao meu redor começaram a me estranhar, eu não era mais a mesma pessoa. Cansei de ouvir os outros me dizerem a famosa frase “Deixa para lá, há gente que não te merece”, mas eu queria que tu me merecesses nem que para isso eu precisasse me diminuir.

Com o passar do tempo eu descobri a estupidez que eu estava a fazer, valorizando alguém que não via nenhum valor em mim.

Foi triste para mim só perceber isso depois de tanto tempo, eu senti-me a pessoa mais idiota da face da terra, porque toda a gente já tinha percebido, toda a gente já sabia, menos eu.

Eu que acreditei que ainda poderia esperar algo bom vindo de ti.

Falava de ti para os quatro cantos do mundo e revoltava-me quando as pessoas me olhavam com aquela cara de dó, porque já sabiam o desfecho da história. Revoltava-me mais ainda quando alguém tentava me alertar e te ofendia, quando alguém me dizia que eu merecia coisa melhor, eu não aceitava que alguém ousasse falar mal de ti.

Todos me avisaram, até tu quando dizias que eu merecia mais. O problema é que eu nunca li nas entrelinhas, onde dizia que tu não gostavas de mim, e nunca irias gostar, que só me irias procurar quando estivesses sem companhia, carente, ou quando não tivesses nada melhor para fazer.

Por isso, sem prestar atenção nesses detalhes, eu assinei o contrato concordando com o termo que autorizava que tu me causasses sofrimento.

Eu achei que não superaria essa dor, cheguei a culpar-me por me ter deixado cegar pelo amor que sentia por ti, mas nesses momentos eu me lembrava que por diversas vezes eu tentei me afastar e tu te reaproximavas sorrateiramente, e chegavas a dizer que sentias saudades, que até gostavas de mim. Se isso não é iludir, eu não sei o que é.

Então, quando eu finalmente me convenci que tu sabias do sofrimento que me causavas, eu parei de me culpar, parei de me sentir a pior pessoa do mundo, parei de alimentar a minha própria dor.

Eu percebi que eu não tinha culpa, eu apenas confiei que tu não serias capaz de ser tão cruel comigo, mesmo com tanto descaso que tu fazias e eu fingia não ver. Eu apenas apostei na pessoa errada, apenas vi bondade demais no teu olhar, mas paciência… acontece.

Comecei a olhar-me no espelho e percebi que eu não merecia tanto sofrimento, percebi que eu não poderia parar a minha vida por alguém que nem se importaria se eu morresse amanhã, e comecei a me reerguer, saí do fundo do poço de onde tu me deixaste e voltei a viver a minha vida.

Livrei-me de tudo o que me poderia fazer lembrar de ti.

Deletei as mensagens, fotos, áudios, e o teu número da minha agenda.

Assim como os dias foram passando, a dor também foi, e eu percebi que realmente era verdade, eu mereço mais, bem mais.

Obrigado por me fazeres perceber o valor que eu tenho, o quanto eu mereço alguém melhor do que tu, que se importe comigo de verdade, e obrigado por me mostrares que eu não devo depositar a minha confiança em qualquer pessoa, a partir de agora eu vou prestar bastante atenção nas entrelinhas.

Obrigado por me fazeres mais forte!

(Texto de Sheila Rodriguez)

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