insegurancas

Então, se algum dia dessa minha tão inédita e gostosa vida me olhassem nos olhos e, com uma única possibilidade de resposta, me perguntassem qual seria a dica que eu daria a todas as mulheres que habitam este planeta, eu diria: seja mais leve.

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Mulheres e as suas lindas inseguranças com o seu corpo

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Então, se algum dia dessa minha tão inédita e gostosa vida me olhassem nos olhos e, com uma única possibilidade de resposta, me perguntassem qual seria a dica que eu daria a todas as mulheres que habitam este planeta, eu diria: seja mais leve.

Chega a ser engraçado – e interessante – observar mulheres e suas lindas inseguranças com o corpo. Durante o sexo, você percebe que, entre beijos e afagos, ela encolhe a barriga mais do que deveria. E também que após todo alvoroço de uma noite regada de calcinhas e cuecas no ventilador de teto, ela sai da cama em ritmo de trote para o banheiro, com as mãos tampando o que lhe julga direito, como quem diz que não posso olhar mais nada, mesmo eu já tendo olhado tudo. Bem de perto.

Às vezes, fico me imaginando preso numa cadeira de tortura com uma mulher me perguntando, entre berros e choques: “Você olha para a barriga da mulher durante o sexo?”; e eu, seguro de mim, digo em voz alta “Não!”; e ela continuaria me torturando assim até eu falar a verdade. Verdade essa que nem existe. De fato, poucos homens – eu diria nenhum, mas sempre tem algum meticuloso – olha para a barriga da mulher durante o sexo. Existem outras coisas melhores para serem degustadas e vistoriadas num corpo de tantas curvas e perfumes.

Raciocine comigo: se fosse para ter inseguranças os homens deveriam ser reis nesse quesito. Precisamos manter o negócio em pé durante as horas que forem necessárias; não podemos chegar ao orgasmo muito rápido nem muito devagar; o tamanho do nosso membro tem que ser de qualificação satisfatória para mulheres de todas crenças e credos; é necessário ter uma desenvoltura digna de um contorcionista premiado; e, depois de toda essa avaliação, ainda estamos dispostos a sofrer e virar chacota entre as amigas.

Poderíamos ser muito inseguros diante de tantas expectativas esperando para serem cumpridas, mas nosso raciocínio lógico grita mais alto ao dizer que não adianta se preocupar com coisas que não estão ao nosso alcance mudar.

Confesso que eu te devoraria – melhor que o Djavan até – mesmo com as tuas imperfeições. Muitas mulheres confundem seus pequenos “defeitos” com relaxos, mas eu garanto que ninguém de consciência pura e bom senso em dia deixaria de ter uma relação com uma mulher porque a barriga dela tem certas dobrinhas – supercharmosas, aliás –, pois o “tchauzinho” dela faz mais movimentos de vaivém do que deveria ou porque os peitos dela não são mais durinhos como antes. O que é importante, a meu ver, é uma pessoa que se preocupa com seu corpo e seu bem-estar de forma sadia e sem neuras, de forma que nutra sua confiança interior.

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Então, se algum dia dessa minha tão inédita e gostosa vida me olhassem nos olhos e, com uma única possibilidade de resposta, me perguntassem qual seria a dica que eu daria a todas as mulheres que habitam este planeta, eu diria: seja mais leve. Deixe de besteira e faça a sua tatuagem na costela sem esperar o peso ideal. Compre roupas que façam você se sentir bem. Acenda a luz durante o sexo e olhe nos meus olhos, sem medo da direção que meus olhares vão seguir. E deixe todo o resto debaixo da cama, junto com as peças de roupas e as neuras. Que a gente aproveite, juntos, esse momento que é somente, e totalmente, nosso.

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