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Geração Digital

O melhor sinal de um relacionamento forte é não haver sinal dele no Facebook

Eles não gastam tempo no Facebook; eles gastam um com o outro.

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Tanto quanto eu possa verificar, o Facebook é um site que podes visitar para ter medo e nojo das visões políticas dos teus pais.

É como uma zona de quarentena. Todos os poluentes da humanidade estão contidos ali, de modo a proteger a vida real do pior tipo de pessoas. Mas todos nós temos que fazer o login. Caso contrário, nós nunca mais teremos notícias da nossa família novamente. Se todos saíssem do Facebook hoje, todos nós perceberiamos que cada um só tem, tipo, quatro amigos reais.

Tenho a certeza de que a única coisa a fazer, mesmo no Facebook é esconder pedidos do Candy Crush com uma arma na boca. Então, sim, mergulhares o teu relacionamento naquele depósito de lixo tóxico não é a ideia mais gratificante.

Existem basicamente duas formas de relacionamento a aparecem no Facebook, e elas são igualmente más.

1. Os casais que limpam roupa suja

Como ponto de referência, aqui estão as três coisas mais embaraçosas do universo:

1. A conta do Twitter de Donald Trump
2. A mera existência do Justin Bieber
3. Casais a reclamar uns sobre os outros nas redes sociais

Mas isso não impede que casais inúteis discutam sobre qualquer m*rda estúpida no Facebook. Puro e simples, isso diz que tu estás a f*der-te para os sentimentos do teu parceiro, sobre a privacidade e sobre o teu relacionamento.

Vocês não são uma equipa se estiverem dispostos a discutir na frente de outras pessoas como uma audiência; vocês são literalmente combatentes. É que nem sequer quero começar a falar de todos os estados passivo-agressivos, “Aquele sentimento quando alguém se esqueceu de pegar BurgerKing a caminho de casa para o seu aniversário – sentindo-se enervada”

Tudo o que isso diz é que estás a procurar validação externa para os teus sentimentos. Tu sabes sequer o que um verdadeiro casal faz quando algo dá errado? Eles falam sobre isso e descobrem uma solução para não ferirem os sentimentos um do outro no futuro.

2. Os casais “invejem a nossa vida perfeita”

Não fiques ciumento; o seu Facebook é literalmente uma fachada. É como se eles estivessem a tentar convencer-se pela repetição. Um ótimo relacionamento não deve falar por si só?

Ou talvez seja uma obsessão doentia com a sua imagem, em vez do próprio relacionamento.

A lenda da NFL, Walter Payton, disse certa vez:

“Quando tu és bom em alguma coisa, tu vais dizer a todos. Quando tu és fantástico em alguma coisa, eles vão dizer-te.”

As pessoas percebem quando estás num relacionamento incrível. Isso reflete-se na tua vida de muitas maneiras. Nós todos queremos gritar do topo das montanhas de vez em quando, mas o quão assustador seria telefonares para cada um dos teus amigos e familiares a cada dia e lembrá-los que ainda amas o teu parceiro?

Isso é o que se parecem todos aqueles posts no Facebook.

Resumindo, grandes relacionamentos são a antítese dos casais acima

Eles resolvem problemas sem que apanhem inocentes no fogo cruzado. A pessoa com que mais querem partilhar a alegria da relação é com o seu parceiro, não com 400 estranhos.

Eles sabem que há valor nos pequenos e secretos momentos que ninguém tem nada que saber. Eles sabem que mostrar o seu amor através de uma outra via diminui a sua sinceridade, porque quando tens uma audiência, tudo se parece com um teatro.

Eles não gastam tempo no Facebook; eles gastam um com o outro.

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Geração Digital

A triste geração que precisa ter para ser!

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Estamos testemunhando a era da ‘ostentação’, onde para ser bem-visto e aceite pela sociedade, é preciso usar roupas caras, produtos importados de última tecnologia, dirigir carrões, que custam uma fortuna, mas que muitas vezes não condizem com os salários e posições dos seus respectivos donos.

Algumas pessoas gastam o que não podem, para fingir uma realidade à qual não pertencem, para muitas vezes impressionar desconhecidos.

Todo esse conceito de provar que ‘pode’ através de bens materiais ou de tudo aquilo que só o dinheiro pode comprar, está silenciosamente nos condenando a uma eterna insatisfação, uma tristeza crônica, que muitos acreditam poder se curar somente com aquisições financeiras.

Infelizmente, esse tipo de comportamento é o resultado de uma sociedade fútil, capitalista e que a cada dia mais inverte valores, e nos transforma em zumbis perseguidores do dinheiro.

Quero deixar claro, que o inimigo não é o dinheiro, mas sim a ambição desmedida, e a falsa impressão de que ‘ele’ pode comprar tudo e resolver todos os problemas.

Também não é pecado algum, gastar um dinheiro que é seu, que é consequência do seu esforço e trabalho.

O problema é quando queremos viver um estilo de vida que não condiz com a nossa condição real.

Não é feio usar roupas mais baratas ou frequentar lugares mais simples.

Feio é gastar mais do que pode, comprar e não conseguir pagar.

Além do mais, saiba que o sentido da vida e a verdadeira felicidade que você tanto procura, infelizmente não podem ser encontrados nessas banalidades e modismos ridículos.

Não seja produto dessa sociedade cruel, não se torne um ventrículo nesse espetáculo de manipulação.

Estar na moda e ser elegante tem mais a ver com a sua personalidade, sua educação e comportamento, do que com as roupas que você usa.

Luxo mesmo é levar uma vida decente, com dignidade, amor próprio, e uma consciência limpa que não te faz perder nenhuma noite de sono, pensando nas dívidas que fez, para poder finalmente ter a falsa impressão de ser alguém.

Lembre-se que, ser um bom ser humano, gentil, educado, humilde, ter paz e saúde, é a única riqueza que ninguém pode, e nunca vai tirar de você.

(Texto de Wandy Luz)

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Geração Digital

Duas caras: Como as redes sociais estão a transformar-nos numa geração de falsos

A maior parte de nós não tem vidas perfeitas. Então porque dizer o contrário online? Talvez porque também é a piada disso.

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Quando as pessoas pensam em redes sociais, elas imaginam uma inovação revolucionária que nos permite publicar fotos, dizer às pessoas como nos sentimos ou falar com os amigos.

Parece simples, certo? Errado.

O problema que as plataformas de redes sociais nos deram é que nos escondemos detrás dos ecrãs permitindo que os outros nos julguem pelas vidas que queremos que eles pensem que temos, as vidas que representamos online.

É muito simples de se fazer. Porque publicarias uma foto de ti mesmo que pensas que não é atraente?

Ou, pior, publicas uma foto de ti e dos teus amigos a participar numa actividade na qual não precisas que todos os teus 500 seguidores vejam? (Estou a referir-me a todos os fãs que abraçaram o Rato Mickey na Disneyland este verão.)

Existem duas razões porque as contas de redes sociais aprofundam a nossa capacidade de nos comportarmos menos genuinamente do que nos comportaríamos em pessoa. A primeira razão, que discuti acima, é muito simples de encontrar.

A sua razão é difícil de perceber sobre nós mesmos e aqui é onde tudo fica demasiado real: quando mais te envolves com as redes sociais, mais podes entender o facto que tens menos tolerância pelas pessoas.

É quando te dás conta: as pessoas que odiamos continuam a viver nos nossos feeds e a parte triste é que nós as deixamos.

Quando elas começam a “gostar” e a “comentar” nas nossas fotos, podemos confiar que elas realmente gostam do que lhes estamos a dar ou querem que nós devolvamos o favor.

Tive amigos que discutiram o quanto eles odeiam a presença de certas pessoas nas suas vidas, mas quando inicio sessão em algumas aplicações, posso ver em quais fotos eles gostaram e comentaram.

Depois faço uma screenshot dessa mesma foto, com um texto a dizer o quanto eles querem destruir os bons momentos que esta pessoa está a ter na foto dela, que acabou de ter mais 100 gostos do que este amigo.

É demasiada coincidência.

Se não queremos que as pessoas vivam através das histórias dos nossos feeds, porque lhes permitimos que ganhem conhecimento da nossa informação pessoal e dos feitos diários?

Talvez seja porque queiramos provar algo. Queremos mostrar aos nossos amigos que mesmo que as nossas vidas provavelmente não sejam tão interessantes na vida real, no lugar disso talvez possamos criar algo bom online.

As redes sociais são um mundo. Vivemos através dos nossos ecrãs e muito de nós sentem a necessidade de fingir fazer ou ter seja o que for que queiram e desejem.

É o único lugar no qual podemos escapar das realidades de representamos aos nossos amigos e família. A maior parte de nós é culpada disto, mas não deveríamos ser.

O mundo era mais simples quando não tínhamos de provar seja o que for a alguém. Certamente não deveríamos provar hoje em dia, de qualquer maneira.

As redes sociais deveriam ser uma forma de partilhar com os teus amigos como vives, sem o medo do julgamento.

Porque não podemos tirar fotos de nós mesmos a cortar o pelo aos nossos cães ou publicar selfies com cabelo molhado? Talvez seja porque queremos que as pessoas pensem que somos seguros, quando na realidade podemos não o ser.

Se os outros conseguem olhar para as nossas fotos positivamente e pensarem que temos vidas maravilhosas, então talvez possamos ter também. Não queremos que os nossos amigos pensem que estamos solitários, por isso publicamos fotos e estados que mostram o quanto nos podemos divertir.

Não queremos que alguém saiba que comemos muito, por isso publicamos fotos de saladas artísticas. As redes sociais torcem a nossa percepção de realidade. Estar de cara a cara com alguém é de repente uma mudança de ver ele ou ela através do ecrã.

É diferente e somos encarados com o choque da comunicação à moda antiga.

Adicionalmente, não andamos por aí “a gostar” dos pensamentos uns dos outros em voz alta, mas parece que pensamos ser ok carregar em um botão e elogiar o estado de um amigo sobre a antecipação do bebe dela por nascer, ou a longa espera dele no centro de saúde.

Importamo-nos realmente? Provavelmente tornaste-te céptico ao pensar em 110 pessoas a irem ao teu encontro na rua e a dizerem-te o que elas fizeram, aliás, amam a foto do teu novo cão a perseguir uma bola pela primeira vez.

Se filtrarem quem tu sabes ser falso, parabéns para ti. Para muitos utilizadores das redes sociais, é mais fácil estar acomodado e passar mel pela aplicação.

A maior parte de nós não tem vidas perfeitas. Então porque dizer o contrário online? Talvez porque também é a piada disso.

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Geração Digital

Coisas que nenhuma pessoa de respeito deveria fazer no Facebook

O Facebook tem uma forma engraçada de transformar até os humanos mais toleráveis em agentes demasiado compartilhadores e arrogantes de aborrecimento fora das marcas

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O Facebook tem uma forma engraçada de transformar até os humanos mais toleráveis em agentes demasiado compartilhadores e arrogantes de aborrecimento fora das marcas. Talvez seja apenas a natureza das redes sociais… ou talvez a culpa seja do Justin Timberlake? (Vou rever o “A Rede Social” e voltar atrás…)

Em todo o caso, existem algumas etiquetas de Internet importantes que são inaceitáveis depois de ser tornar um adulto completamente funcional “real” (com renda, LinkedIn e pelo menos uma carreira falhada e/ou relacionamento a longo-prazo). O primeiro passo no seu caminho para a iluminação digital é reconhecer as áreas problemáticas e remove-las da tua newsfeed. Queres ser levado a sério – é a única forma de alguma vez teres um empréstimo bancário.

Bem-vindo à Internet do século 21: onde os adolescentes fingem ser pessoas de 30 anos e as pessoas de 30 anos agem como adolescentes. Vamos mudar isso, OK?

Publicar estados em “corrente”

Os ancestrais coxos daquelas mensagens de mail em corrente que a tua mãe costumava enviar na conta Hotmail dela, estas são o flagelo dos Facebookers pequeninos pelo mundo e levá-los a um nível adulto torna o ato ainda mais grave. Se pensas que podes mudar o destino com um estado do Facebook, eu conheço um príncipe na Nigéria que gostaria de falar contigo sobre as tuas finanças…

Ser um fã chato demasiado entusiasmado e semi-delariante

A razão pela qual as televisões vêm com botões de silêncio é para que não tenhamos que ouvir os comentadores desportivos. E aqueles homens são profissionais. O teu monologo semanal sobre como e porquê o Eli Manning é um “maricas” dá alguma luz ao porquê da tua carreira como apresentador do ESPN nunca evoluir ou começar em primeiro lugar.

Publicar obsessivamente sobre bebés, casamentos e/ou noivados

O Facebook é destinado a ajudar-nos a celebrar e a partilhar as nossas vidas, mas não ao ponto de alienar toda a gente no planeta com o brilho desconfortável do teu sucesso pessoal. Oh meu Deus, estou tão feliz por a tua vida ser muito melhor que a minha. Sabias que mais de metade dos casamentos resultam em divórcio e 75% dos miúdos acabam por ser parvalhões?

Publicar imagens e/ou gabares-te de beber excessivamente

Beber toda a noite e (ocasionalmente) durante o dia certamente não tem de parar depois da universidade, mas documentá-lo com uma evidência em foto provavelmente deveria parar. O rapaz que bebia uma litrosa antes da aula de Inglês das 9h da manhã dele era uma lenda. O rapaz que bebia uma litrosa antes do encontro com o cliente é um pedido de ajuda aos tropeções. Desculpa, mas os vídeos de ti a deitar abaixo cervejas não se vai tornar fixe outra vez até que sejas uma avá de 80 anos.

 … e depois pedir desculpa no dia seguinte

Se publicares algo vergonhoso depois de uma noite a comprometeres-te, é ainda pior tentares redimir-te pelos teus pecados publicamente quando o sol se levanta. “Pessoal, peço desculpa a todas que eu possa ter apalpado ontem à noite, quase nunca bebo Pinot Noir. E será que falta a alguém uma alpaca macho esbranquiçado?… Um amigo pediu-me para perguntar”. Elimina apenas a estupidez da noite anterior, idiota!

Enviar convites múltiplos para o concerto de show/improviso de arte da banda

É maravilhoso que estás a seguir as tuas paixões e ainda tens algum impulso criativo nesta fase tardia da tua vida. Mas olha, eu nem sequer te digo “olá” quando nos vemos no elevador, eu não vou ao teu show de improviso que fica a 80 km de distância. Oh, espera, enviaste-me TRÊS convites? Nesse caso…

Tratar o teu perfil como o teu blogue pessoal

O teu estado de Facebook não é um blogue pessoal. Não é um diário. Ninguém se importa com o que jantaste, que temperatura está ou quanto o teu sobrinho ama o Monsters Inc. 2 (o que, sinceramente, foi bastante inferior ao original – cá está disse-o). Arranja apenas um WordPress. Ninguém irá lê-lo, mas pelo menos terás a tua dignidade.

Fazer pedidos de amizade a pessoas que realmente não conheces

Vamos deixar isto claro. O Facebook para adultos não é um portal para conhecer pessoas novas e entusiasmantes; é um meio de ficar em contrato com pessoas com as quais nunca te preocupaste muito em primeiro lugar. Precisas mesmo do conforto de ter 2000 amigos se apenas 12% realmente te reconheceriam em pessoa? Irias até um estranho no supermercado, mostrar-lhe 30 fotos de ti mesma, dizer-lhe onde vives e tudo o que gostas e depois exigir que ele faça o mesmo? Isto simplesmente não se faz.

Ou interagir com pessoas com as quais não tens que interagir

Quando a tua professora de liceu te envia um pedido de amizade, sentes-te obrigado a aceitar. Quando ela começa a comentar todas as tuas fotos e a começar brigas com os teus amigos na secção de comentários, está na altura de reavaliares as tuas politicas de aceitação de amigos pessoais. Sem brincadeira: o amigo do irmão da ex-namorada do meu irmão gosta e comenta nos meus estados a toda a hora. Conhecemo-nos uma vez. É tão esquisito quanto soa.

Enviar milhões de convites para o Farmville

EU NÃO TE QUERO AJUDAR A COLHER NENHUM RABANETE PARA A TUA QUINTA QUE NEM SEQUER É REAL. E vocês todos os parvalhões do Candy Crush não são melhores.

Gabares-te excessivamente

De momento todos sabemos que uma vida vista através das lentes do Facebook é, em média, 5x mais ruim do que parece. Mas mesmo assim, existe uma linha que não deve ser ultrapassada. Isto inclui mais do que um #gymselfie por semana, mais de 40 fotos dos teus três dias de férias e quaisquer fotos do teu carro (provavelmente uma porcaria de qualquer forma).

Gabares-te humildemente

Exemplo: “Okay, não quero dizer nomes, mas a Miley Cyrus é facilmente uma das celebridades mais realistas com quem festejei.”, “Juro que ter um Porsche por vezes nem vale a pena! Os polícias continuam a mandar-me parar!”

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