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Depois da tempestade, vem o recomeço

Já fiz isso
Já fiz isso

Recomeçar com força total encontrando como base um bom motivo para não sucumbir, ou a outra opção…

Se entregar e viver de migalhas esperando a morte ou um milagre virem ao teu encontro.

Para se levantar de um grande abalo, é preciso focar apenas na própria vida por um tempo, aproveitar esse período para focar em ideias novas e muito trabalho.

A revolta, a raiva e até mesmo o ódio, se direcionados à mudança de vida, são os mais potentes aliados nessas situações. Essas energias não nos deixam relaxar logo depois da tragédia e se prolongam por um tempo, por isso é importante direcionarmos elas a coisas positivas, como trabalhar e tentar colocar o que sobrou em ordem, manter a mente ocupada com afazeres e deixar lembranças dolorosas de lado num primeiro momento.

Muitas coisas boas podem sair de um processo de destruição. Quem sobrevive a grandes tragédias e infortúnios em conjunto, quando decide recomeçar, na maioria das vezes realiza coisas que a maioria das pessoas não conseguiriam, viram exemplos de superação, grandes empresários, inventores e até mesmo líderes, pois se tornam exemplos de força e fé.

Com toda a experiência acumulada, a reconstrução acontece de forma segura, após grandes perdas é comum nos tornarmos mais fortes e cautelosos, procuramos bases mais sólidas e solos mais férteis.

Viver não é e nem nunca foi tarefa fácil, precisamos ser guerreiros nesse mundo, somos seres complexos mas ainda com muitos sentimentos primitivos à mistura.

O mundo é cheio de infinitas possibilidades, podemos encontrar novos amores, novas alegrias e novas motivações.

Se tu estás atravessando uma tempestade, mantém a certeza que ela não durará para sempre, porque até as dores mais profundas cicatrizam.

(Texto de Luciana Lara)

Criado por Marta Rocha

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Eu estou a trabalhar em grandes ideias e num pequeno jardim. Eu acredito que há uma abundância enorme no planeta, muito dinheiro e muito amor para todos. As pessoas são a minha paixão. Quero perceber porque não fazemos as coisas que queremos fazer.

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