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O Facebook tem uma forma engraçada de transformar até os humanos mais toleráveis em agentes demasiado compartilhadores e arrogantes de aborrecimento fora das marcas. Talvez seja apenas a natureza das redes sociais… ou talvez a culpa seja do Justin Timberlake? (Vou rever o “A Rede Social” e voltar atrás…)

Em todo o caso, existem algumas etiquetas de Internet importantes que são inaceitáveis depois de ser tornar um adulto completamente funcional “real” (com renda, LinkedIn e pelo menos uma carreira falhada e/ou relacionamento a longo-prazo). O primeiro passo no seu caminho para a iluminação digital é reconhecer as áreas problemáticas e remove-las da tua newsfeed. Queres ser levado a sério – é a única forma de alguma vez teres um empréstimo bancário.

Bem-vindo à Internet do século 21: onde os adolescentes fingem ser pessoas de 30 anos e as pessoas de 30 anos agem como adolescentes. Vamos mudar isso, OK?

Publicar estados em “corrente”

Os ancestrais coxos daquelas mensagens de mail em corrente que a tua mãe costumava enviar na conta Hotmail dela, estas são o flagelo dos Facebookers pequeninos pelo mundo e levá-los a um nível adulto torna o ato ainda mais grave. Se pensas que podes mudar o destino com um estado do Facebook, eu conheço um príncipe na Nigéria que gostaria de falar contigo sobre as tuas finanças…

Ser um fã chato demasiado entusiasmado e semi-delariante

A razão pela qual as televisões vêm com botões de silêncio é para que não tenhamos que ouvir os comentadores desportivos. E aqueles homens são profissionais. O teu monologo semanal sobre como e porquê o Eli Manning é um “maricas” dá alguma luz ao porquê da tua carreira como apresentador do ESPN nunca evoluir ou começar em primeiro lugar.

Publicar obsessivamente sobre bebés, casamentos e/ou noivados

O Facebook é destinado a ajudar-nos a celebrar e a partilhar as nossas vidas, mas não ao ponto de alienar toda a gente no planeta com o brilho desconfortável do teu sucesso pessoal. Oh meu Deus, estou tão feliz por a tua vida ser muito melhor que a minha. Sabias que mais de metade dos casamentos resultam em divórcio e 75% dos miúdos acabam por ser parvalhões?

Publicar imagens e/ou gabares-te de beber excessivamente

Beber toda a noite e (ocasionalmente) durante o dia certamente não tem de parar depois da universidade, mas documentá-lo com uma evidência em foto provavelmente deveria parar. O rapaz que bebia uma litrosa antes da aula de Inglês das 9h da manhã dele era uma lenda. O rapaz que bebia uma litrosa antes do encontro com o cliente é um pedido de ajuda aos tropeções. Desculpa, mas os vídeos de ti a deitar abaixo cervejas não se vai tornar fixe outra vez até que sejas uma avá de 80 anos.

 … e depois pedir desculpa no dia seguinte

Se publicares algo vergonhoso depois de uma noite a comprometeres-te, é ainda pior tentares redimir-te pelos teus pecados publicamente quando o sol se levanta. “Pessoal, peço desculpa a todas que eu possa ter apalpado ontem à noite, quase nunca bebo Pinot Noir. E será que falta a alguém uma alpaca macho esbranquiçado?… Um amigo pediu-me para perguntar”. Elimina apenas a estupidez da noite anterior, idiota!

Enviar convites múltiplos para o concerto de show/improviso de arte da banda

É maravilhoso que estás a seguir as tuas paixões e ainda tens algum impulso criativo nesta fase tardia da tua vida. Mas olha, eu nem sequer te digo “olá” quando nos vemos no elevador, eu não vou ao teu show de improviso que fica a 80 km de distância. Oh, espera, enviaste-me TRÊS convites? Nesse caso…

Tratar o teu perfil como o teu blogue pessoal

O teu estado de Facebook não é um blogue pessoal. Não é um diário. Ninguém se importa com o que jantaste, que temperatura está ou quanto o teu sobrinho ama o Monsters Inc. 2 (o que, sinceramente, foi bastante inferior ao original – cá está disse-o). Arranja apenas um WordPress. Ninguém irá lê-lo, mas pelo menos terás a tua dignidade.

Fazer pedidos de amizade a pessoas que realmente não conheces

Vamos deixar isto claro. O Facebook para adultos não é um portal para conhecer pessoas novas e entusiasmantes; é um meio de ficar em contrato com pessoas com as quais nunca te preocupaste muito em primeiro lugar. Precisas mesmo do conforto de ter 2000 amigos se apenas 12% realmente te reconheceriam em pessoa? Irias até um estranho no supermercado, mostrar-lhe 30 fotos de ti mesma, dizer-lhe onde vives e tudo o que gostas e depois exigir que ele faça o mesmo? Isto simplesmente não se faz.

Ou interagir com pessoas com as quais não tens que interagir

Quando a tua professora de liceu te envia um pedido de amizade, sentes-te obrigado a aceitar. Quando ela começa a comentar todas as tuas fotos e a começar brigas com os teus amigos na secção de comentários, está na altura de reavaliares as tuas politicas de aceitação de amigos pessoais. Sem brincadeira: o amigo do irmão da ex-namorada do meu irmão gosta e comenta nos meus estados a toda a hora. Conhecemo-nos uma vez. É tão esquisito quanto soa.

Enviar milhões de convites para o Farmville

EU NÃO TE QUERO AJUDAR A COLHER NENHUM RABANETE PARA A TUA QUINTA QUE NEM SEQUER É REAL. E vocês todos os parvalhões do Candy Crush não são melhores.

Gabares-te excessivamente

De momento todos sabemos que uma vida vista através das lentes do Facebook é, em média, 5x mais ruim do que parece. Mas mesmo assim, existe uma linha que não deve ser ultrapassada. Isto inclui mais do que um #gymselfie por semana, mais de 40 fotos dos teus três dias de férias e quaisquer fotos do teu carro (provavelmente uma porcaria de qualquer forma).

Gabares-te humildemente

Exemplo: “Okay, não quero dizer nomes, mas a Miley Cyrus é facilmente uma das celebridades mais realistas com quem festejei.”, “Juro que ter um Porsche por vezes nem vale a pena! Os polícias continuam a mandar-me parar!”

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