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Mulheres Ao Poder

22 Sinais que és uma orgulhosa adepta da vida de calças largas e cabelo desajeitado

Simplesmente há algumas coisas na vida que precisam de ser feitas e usar calças de treino e o teu cabelo bem desajeitado não importam para nada.

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Encaremos a realidade. Depois de um longo dia de trabalho, estás exausta. Assim que chegas a casa, estás ponta para pôr o cabelo para cima num coque desajeitado ou qualquer coisa que melhor funcione para ti e vestir umas calças de treino confortáveis.

  1. Nestes momentos, só queres estar confortável.
  2. A boa aparência é a agora tua última prioridade depois do dia que acabaste de ter.
  3. Tens mais prazer em comprar umas calças de treino bonitas e macias do que comprar roupas desconfortáveis.
  4. Não deveria importar o que vestes porque podes vestir a bem dizer de tudo.
  5. Deixa estar. É a maneira ideal de descontraíres e parares de te preocupares com as coisas que não importam como o teu cabelo.
  6. Especialmente quando estás no conforto da tua casa, é impossível evitares o estilo de vida confortável do cabelo desajeitado e de usar calças de treino a toda a hora.
  7. Precisas apenas de te deitar no sofá e ser preguiçosa uma vez na tua vida. Tens sido produtiva todo o dia. Dá uma boa pausa a ti própria.
  8. É extremamente difícil para ti compreender porque as outras mulheres estão bem vestidas constantemente 24h por dia.
  9. A beleza natural é a maneira a seguir, não estou certa? Simplesmente, tens de desfrutar de ti mesma.
  10. O teu quarto é onde te sentes calma e libertas toda a energia negativa.
  11. Quando tiras a tua roupa de pessoa normal, vai ajudar-te a desintoxicar do dia.
  12. Deixa o stress para amanhã porque precisas de descansar.
  13. Se não precisas de ir a algum lado, é assumido automaticamente que as tuas amigas vão vir a tua casa e vais estar com as tuas calças de treino vestidas.
  14. Até vais confessar comprar calças de treino de estilistas porque faz mais o teu estilo.
  15. E até tens uma t-shirt que diz que és uma apoiante orgulhosa do cabelo desajeitado e calças de treino. Não é vergonhoso!
  16. Orgulhas-lhe abertamente de parecer que acabaste de cair da cama. Se as pessoas te julgarem por isso, simplesmente não tens tempo suficiente para te importares com isso.
  17. Por vezes as tuas roupas informais parecem demasiado informais, mas no fim do dia é melhor do que estar mal-humorada em roupas desconfortáveis.
  18. Algumas pessoas confundem as tuas calças de treino com pijamas. Elas apenas vêm mal, portanto não te preocupes com nada.
  19. Não é porque és extremamente preguiçosa ou assim, simplesmente gostas de estar confortável.
  20. Simplesmente há algumas coisas na vida que precisam de ser feitas e usar calças de treino e o teu cabelo bem desajeitado não importam para nada.
  21. Desde que pareças minimamente apresentável quando esse tipo de coisa é necessária e apropriada, está tudo bem.
  22. Tu vestes-te para ti própria e para a tua própria felicidade – não para impressionar os outros.

Podes vestir o que quer que queiras vestir.

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Mulheres Ao Poder

Euromilionária mostra resultados de 75 mil euros em cirurgias plásticas

Foi há quase cinco anos anos que a escocesa, natural de Edimburgo, se tornou na mais jovem vencedora do Euromilhões, arrecadando mais de um milhão de euros.

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Jane Park tinha apenas 17 anos quando viu a sua vida virada de pernas para o ar. Foi há quase cinco anos anos que a escocesa, natural de Edimburgo, se tornou na mais jovem vencedora do Euromilhões, arrecadando mais de um milhão de euros.

A fortuna não foi sinónimo de felicidade e só agora, depois de gastar quase 75 mil euros em cirurgias plásticas, é que a jovem, hoje com 21 anos, encontrou o amor e é capaz de se dizer feliz. No entanto já gastou toda a fortuna.

Jane namora com o jovem futebolisata Jordan Piggot, de 18 anos, e diz que foram as cirurgias plásticas que lhe deram confiança e coragem para começar a relação.

A jovem exibe orgulhosa nas redes sociais os resultados das operações: implantes de silicone no rabo e nos seios, implantes dentários e colocação de coroas de cerâmica, abdominoplastias e um ‘lifting’ brasileiro das nádegas.

Foi este último procedimento que a deixou às portas da morte, depois de ter entrado em choque séptico e ter feito uma grave reação alérgica à anestesia, na operação feita na Turquia.

Ainda assim, Jane não está arrependida. “Os dentes novos, o aumento mamário e o rabo definido foram, na opinião dela, melhor investimento do que todas as casas e propriedades que comprou. É estranho que a Jane não se arrependa de uma operação que podia ter sido uma sentença de morte, mas isso mostra bem o quanto as operações lhe mudaram a vida e a tornaram mais feliz”, conta uma amiga da euromilionária ao Daily Mail.

Fonte: CM Jornal

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Mulheres Ao Poder

A fantástica geração de mulheres que não foram feitas para casar

Antes de casar, a nossa prioridade é amar. E isso nós fazemos muito bem.

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Nós não fomos criadas para sermos princesas.

Não brincamos apenas de bonecas e não aprendemos, desde cedo, como cuidar de uma casa.

As nossas mães nunca tiveram tempo para nos ensinar a costurar: em vez disso, nos mostravam com exemplos práticos como ser fortes, independentes e batalhadoras. Em vez de bonecas, livros. Em vez de panelinhas, cadernos.

Fomos criadas para sermos mulheres fortes, para enfrentar o mundo de frente. Não somos mulheres para casar.

Não vamos viver para limpar a casa, lavar os pratos e dedicar 100% do nosso tempo para os nossos filhos, porém, seremos parceiras, ótimas companhias e as melhores pessoas para dividir uma vida e uma história.

Não fomos criadas para esperarmos a porta do carro ser aberta ou a cadeira ser puxada: nós aprendemos que o quer que a gente queira, nós temos capacidade para fazê-lo.

Não sabemos pregar um botão, mas sabemos indicar uma costureira incrível e barata.

Não sabemos fazer o melhor almoço de domingo, mas dividimos a conta de um restaurante impecável.

Não somos as melhores do mundo em limpar o apartamento, mas se tu quiseres conversar sobre o expressionismo abstrato, vamos fazer isso com o maior prazer do mundo enquanto indicamos um bom vinho e escolhemos um bom hotel naquele site que descobrimos ontem.

Nós não sabemos se vamos querer ter filhos um dia, mas conseguimos amar um sobrinho ou um filho de uma amiga com todas as nossas forças.

Não estamos ansiosas por um anel ou por um vestido branco, mas ficamos realmente felizes com aquele presente inesperado que foi comprado por amor e sem data comemorativa. As nossas brincadeiras favoritas na infância nunca foram casinha ou boneca, mas éramos as melhores em artes e redação.

Não fomos criadas para brigar contigo enquanto tu jogas vídeo-games com os amigos, mas sim, para jogar tão bem quanto vocês todos juntos.

Mas por favor, não nos entendam mal. Não somos mulheres que não gostam do amor ou que não sabem amar, muito pelo contrário! Enxergamos o amor nas coisas mínimas.

Para nós, um “se cuida” é o equivalente a um “eu te amo”, um “já comeu?” é uma prova do quanto nós importamos para alguém e um “estou com saudades” faz o nosso coração bater mais forte.

Não somos mulheres criadas para casar, mas somos as melhores para dividir uma casa, uma bicicleta, uma mala de viagem e algumas linhas a serem escritas. Às vezes, nós queremos casar, nos vestir de branco e celebrar o amor com tanta gente querida.

Mas não fomos criadas para isso, não.

Antes de casar, a nossa prioridade é amar.
E isso nós fazemos muito bem.

(Texto de Michele Santos)

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Mulheres Ao Poder

Obrigado por me teres feito sofrer

Obrigado por me fazeres mais forte!

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Por tua causa eu soltei muitas lágrimas e odiei a vida por um tempo. Eu chorei por vários dias e noites seguidas. Deixei de comer, deixei de sair, perdi a vaidade em mim. Eu já não era mais a mesma pessoa, que antes fazia piadas e brincava com tudo.

As pessoas ao meu redor começaram a me estranhar, eu não era mais a mesma pessoa. Cansei de ouvir os outros me dizerem a famosa frase “Deixa para lá, há gente que não te merece”, mas eu queria que tu me merecesses nem que para isso eu precisasse me diminuir.

Com o passar do tempo eu descobri a estupidez que eu estava a fazer, valorizando alguém que não via nenhum valor em mim.

Foi triste para mim só perceber isso depois de tanto tempo, eu senti-me a pessoa mais idiota da face da terra, porque toda a gente já tinha percebido, toda a gente já sabia, menos eu.

Eu que acreditei que ainda poderia esperar algo bom vindo de ti.

Falava de ti para os quatro cantos do mundo e revoltava-me quando as pessoas me olhavam com aquela cara de dó, porque já sabiam o desfecho da história. Revoltava-me mais ainda quando alguém tentava me alertar e te ofendia, quando alguém me dizia que eu merecia coisa melhor, eu não aceitava que alguém ousasse falar mal de ti.

Todos me avisaram, até tu quando dizias que eu merecia mais. O problema é que eu nunca li nas entrelinhas, onde dizia que tu não gostavas de mim, e nunca irias gostar, que só me irias procurar quando estivesses sem companhia, carente, ou quando não tivesses nada melhor para fazer.

Por isso, sem prestar atenção nesses detalhes, eu assinei o contrato concordando com o termo que autorizava que tu me causasses sofrimento.

Eu achei que não superaria essa dor, cheguei a culpar-me por me ter deixado cegar pelo amor que sentia por ti, mas nesses momentos eu me lembrava que por diversas vezes eu tentei me afastar e tu te reaproximavas sorrateiramente, e chegavas a dizer que sentias saudades, que até gostavas de mim. Se isso não é iludir, eu não sei o que é.

Então, quando eu finalmente me convenci que tu sabias do sofrimento que me causavas, eu parei de me culpar, parei de me sentir a pior pessoa do mundo, parei de alimentar a minha própria dor.

Eu percebi que eu não tinha culpa, eu apenas confiei que tu não serias capaz de ser tão cruel comigo, mesmo com tanto descaso que tu fazias e eu fingia não ver. Eu apenas apostei na pessoa errada, apenas vi bondade demais no teu olhar, mas paciência… acontece.

Comecei a olhar-me no espelho e percebi que eu não merecia tanto sofrimento, percebi que eu não poderia parar a minha vida por alguém que nem se importaria se eu morresse amanhã, e comecei a me reerguer, saí do fundo do poço de onde tu me deixaste e voltei a viver a minha vida.

Livrei-me de tudo o que me poderia fazer lembrar de ti.

Deletei as mensagens, fotos, áudios, e o teu número da minha agenda.

Assim como os dias foram passando, a dor também foi, e eu percebi que realmente era verdade, eu mereço mais, bem mais.

Obrigado por me fazeres perceber o valor que eu tenho, o quanto eu mereço alguém melhor do que tu, que se importe comigo de verdade, e obrigado por me mostrares que eu não devo depositar a minha confiança em qualquer pessoa, a partir de agora eu vou prestar bastante atenção nas entrelinhas.

Obrigado por me fazeres mais forte!

(Texto de Sheila Rodriguez)

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