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Geração-Y

16 Coisas que precisas de saber antes de namorares um esquisitão

Se és sortudo o suficiente para te encontrares com alguém misturado de ingredientes incomuns, podes ter a certeza de uma coisa: a vida nunca será chata ou sem inspiração.

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Se és sortudo o suficiente para te encontrares com alguém misturado de ingredientes incomuns, podes ter a certeza de uma coisa: a vida nunca será chata ou sem inspiração.

Sim, podemos ser um pouco “malucos”, mas uma vez que nos percebes e o nosso sentido de humor nunca quererás que nos vamos embora. Marchando no passo do nosso tambor (ou bongos) é esta reação involuntária que temos para viver. Não podemos evitar isso.

Somos realmente muito sensíveis e pegajosos debaixo de todas as nossas peculiaridades, como os biscoitos da Entermann… ou algo. De qualquer maneira, lê apenas e fica a conhecer no que te vais meter antes de namorares connosco está bem?

1. Se não sabes se estamos a brincar, é seguro assumir que estamos a brincar. Se o modo padrão do teu telemóvel está no silêncio, e o modo padrão da minha boca é engraçado (porquê tão sério?).

2. Nós não gostamos dos típicos encontros, e definitivamente odiamos conversa fiada. Então se acabares por nos entrevistar, talvez nós acenemos e sorrimos educadamente, o que podera dar te um vislumbre de falsa esperança e ligeira deceção quando não respondemos às chamadas, mas tu mereceste o por nos entediares até à morte em publico, certo?

3. Faremos sotaques britânicos aleatórios, e personificações. “Sai daqui sua vaca maluca”

4. Se tu tens amigos “normais” nós não queremos conviver com eles. Por favor não nos obrigues.

5. Provavelmente iremos encantar-te intencionalmente, mas não somos assim tão cativantes – somos apenas esquisitos.

6. Estar nas discotecas mais badaladas com as pessoas mais “boas” numa sexta-feira à noite não é para nós. Não o percebemos. Não queremos ter nada a ver com isso.

7. Em vez disso, a nossa relação de sonho contigo consistirá em estarmos deitados no sofá a ver filmes por, sei lá, uma semana seguida.

8. Por vezes seremos todos esquisitos com os nossos telefones. Nós escondemos as nossas chamadas de telefone – até dos nossos amigos mais chegados, ouvir uma coisa e e ver outra coisa é muito conteúdo sensorial amontoado em tudo o que já se passa nas nossas cabeças.

9. Sim nós podemos ser a vida da festa quando saímos, mas se nós não vibramos com a multidão porque eles não prestam nós saímos – Não conseguimos fingir.

10. O nosso estilo de dança varia de “pai branco num churrasco” a “Stripper que tem a renda para pagar amanhã”

11. E libertar-nos-emos em dança e musica aleatória, (Porque é que isto não é socialmente aceitável? A sério…)

12. Não suportamos encontros típicos sociais como bailes de finalistas, danças… Domingos de Super Bowl. Não entendemos mesmo estes “rituais de passagem”

13. Provavelmente serás intimidado por nós até que abramos aa nossa boca.

14. Diremos anedotas em situações inapropriadas. Isso não significa que sejamos insensíveis, é completamente o oposto. As únicas pessoas que pensam diferentemente são as pessoas que não têm sentido de humor. #VERDADE

15. Se os teus amigos são sérios e arrogantes nós vamos meter-nos com eles. Como os gatos com os lasers. Eles são o gato e nós somos o laser.

16. Não nos drogamos, nós SOMOS as drogas.

Texto original de Coffeebreak protegido por copyright. Qualquer reprodução é expressamente proibida, mesmo citando a fonte.

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Geração-Y

A crise dos 20 e poucos: Nós deixámos de ser invencíveis

A vontade é deitar em posição fetal e chorar uns pares de dias. De fingir que ainda é infância, largar a academia e de entrar numa máquina do tempo e voltar.

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A gente sempre acha que vai passar imune a tudo de mau que acontece nessa vida. Toda aquela desgraceira que a gente vê na imprensa, todas essas doenças da pós-modernidade, todas essas epidemias globais, toda essa crise moral – tudo isso só acontece com os outros, com os pais dos outros, com os amigos dos outros, com os filhos dos outros.

A gente enche a cara e volta da balada dirigindo, mas só sofre acidente e fica tetraplégico aquele moço que participou do BBB. A gente usa droga até virar os olhos, mas só morre de overdose líder de banda de rock dos anos 90. A gente deixa água parada no fundo do quintal, mas mosquito da dengue só nasce na casa dos outros.

A gente odeia o nosso trabalho e mesmo assim trabalha vinte e quatro por sete, mas depressão e ansiedade é tudo doença de gente rica.

E essa foi sempre a sensação que me acometeu com relação às crises da idade. Acontecia com todo mundo, menos comigo. Porque eu era desse tipo invencível, sabe? Não tinha pé na bunda que doesse mais do que duas semanas, não tinha bebedeira na quinta que me impedisse de trabalhar na sexta, não tinha dúvida que me tirasse do meu eixo.

Eu poderia até odiar o meu trabalho, mas o dinheiro e o status compensavam. Eu poderia até sentir falta da comidinha e do carinho de mamãe, mas a liberdade de morar sozinha, sem horário pra chegar e sem satisfações pra dar, superava toda e qualquer saudade.

Eu poderia até desejar uma companhia romântica para um sábado à noite, mas o descompromisso de poder pegar quem eu bem entendesse botava qualquer romance no chinelo. Eu tinha vinte e poucos e estava tudo bem. Tudo ótimo. Tudo lindo. Tudo maravilhoso.

Até que eu cheguei aos 26. E a vida bateu.

E foi forte.

Porque aos 26 anos, a gente já está mais perto dos 30 do que dos 20. Aos 26, há amigos casando, amigos tendo filhos, amigos se separando. Há de tudo. Mas desamparo é o que mais há. Porque aos 26, bom é só o passado. De resto, é tudo marromeno – especialmente o trabalho.

E muito embora o mundo esteja cheio de coachs que vieram de fábrica com apenas duas palavras programadas na memória – “gratidão” e “luz” – e que vivem dizendo que nunca é tarde para recomeçar, aos 26 é tarde. E cedo ao mesmo tempo. Tarde porque alguns pares de anos já foram para o lixo desde que a gente se formou numa profissão bizarra que não tem nada a ver com a gente. E talvez um pouco cedo para não insistir mais um pouquinho e, finalmente, se encontrar – vai que é uma questão de entrar na empresa certa?

Tarde porque a nossa disposição pra botar a mochila nas costas e sair pelo mundo aguentando perrengues não é mais a mesma que a gente tinha aos 20. E cedo porque essa disposição é, certamente, maior do que a que a gente vai ter aos 35. Tarde porque a gente já construiu laços que nos fazem ficar. E cedo porque esses laços, muito provavelmente, ainda não viraram nós.

Todo esse sofrimento porque eu ainda nem mencionei o quesito beleza. Ser jovem tem algo de belo que eu, definitivamente, não entendo. Porque por mais que meu corpo tenha mudado muito pouco e meu rosto ainda não tenha, de fato, envelhecido, a beleza dos 20 e pouquinhos se esvaiu ralo abaixo, bueiro adentro, vida afora.

Outro dia me peguei num rolê nostálgico, olhando todas as minhas fotos de todos os meus álbuns do Facebook. E tudo o que eu consegui sentir foi um misto de saudade e tristeza. Aquele cabelo joãozinho era a coisa mais encantadora. Aquele corpo de fora era a coisa mais linda. Aquele sorriso era a coisa mais verdadeira. Aquele olhar de quem ainda não sabe o que é a vida era a coisa mais pura.

Hoje, o tempo recrudesceu tudo. Voltei a usar cabelo longo – dizem os leigos que é mais bonito, embora a única coisa que eu tenha pegado mais de cabelo longo do que de cabelo curto tenha sido piolho. O corpo ainda está esbelto e de fora – mas há um quê de sofrimento, porque é mais malhação e menos gordura hidrogenada pra todo esse milagre.

O sorriso, agora, é contido – além de os motivos já não serem tantos, sorrir demais desvela as rugas, como bem dizia aquela menina loirinha que o Pestinha, do filme, encontrava naquela festa à fantasia em que ele estava vestido de diabinho. O olhar ganhou sabedoria, mas também um tanto de tristeza – nada no mundo é mais real do que o ditado popular que diz que “a ignorância é uma bênção”.

Porque envelhecer pressupõe amadurecer. Amadurecer pressupõe saber mais. E saber mais pressupõe se decepcionar mais, sofrer mais e dormir menos. Desde criança, todo mundo fala que eu sempre fui madura. E talvez seja por isso que os 26 tenham me apodrecido: amadureci demais. Tô com um gosto ruim. De maçã farinhosa, de tomate passado, de alface velha. De banana cheia de mancha marrom.

A vontade é deitar em posição fetal e chorar uns pares de dias. De fingir que ainda é infância, largar a academia e queimar calorias brincando de pique-esconde. De entrar numa máquina do tempo e voltar. Aos vinte e poucos, aos quinze, aos sete, aos três.

Mas gente madura não pode fazer isso. Gente madura aguenta o tranco. Gente madura não chora. Gente madura encara tudo de frente, de peito aberto e sem colete à prova de balas. Apenas esperando o próximo – e fatal – tiro à queima-roupa. Que, com sorte, mata essa crise de identidade. E com azar, pega em cheio. No coração.

(Source: Bruna Grotti)

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Porque tua implicância com coisas parvas vai acabar com teu relacionamento

Sou dessa nova geração de casais que sofre de questões intermináveis quase todos os dias.

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Sou dessa nova geração de casais que sofre de questões intermináveis quase todos os dias. Vocês não se vão casar? Vocês não querem ter filhos? Como assim vocês falam de ex namorados sem problemas? Sério que vocês não têm um lado certo na cama?

As pessoas costumam olhar para casais que fazem escolhas desse tipo, como se elas fossem anarquistas amorosas, sem regras, sem limites, sem escrúpulos. Algumas mulheres parecem sentir desespero nessas ideias e esperam que qualquer pessoa que compactue com elas mantenha uma distância segura de seus “machos”, para não contagiá-los.

Confesso que já sonhei com o dia do meu casamento, já sabia o nome que a minha filha teria, já tive ciúmes doentios do passado e falar nele era totalmente inimaginável. Mas então conheces alguém que, ao contrário do que se diz por aí, não vai fazer tudo perder o sentido, mas vai-te ajudar a descobrir o verdadeiro sentido das coisas para ti.

Se encontraste essa pessoa, parabéns, não é fácil, não esbarramos todos os dias com alguém que nos desperte assim, para o melhor de nós mesmos. Mas achar esse alguém e estar com ele não é garantia de uma parceria eterna. Podes estar acabando com o teu relacionamento nesse momento e nem percebeste ainda.

Tu é que escolhes como vai ser a leveza do teu relacionamento. Não adianta colocar a culpa no outro pela tua incapacidade de ser leve. Teus excessos de reclamação, de pedidos, de problemas sem soluções, de questões mal resolvidas, de assuntos intocáveis e de pequenas implicâncias, são os grandes vilões dos términos de “casais que nasceram um para o outro”.

Um exemplo é a quantidade absurda de mulheres reclamando de homens que jogam computador ou assistem ao futebol. Sério que isso é motivo para discutir? Preferias que eles estivessem a viver de ti o tempo todo? Podes gostar de sair para jantar, de passar um tempo sozinha a ler, mas ele não?

Pessoas assim são cansativas. Eternas insatisfeitas.

É preciso parar de esperar que o outro leia a tua mente. Ainda não desenvolvemos a capacidade de telepatia, quem sabe um dia. Pode parecer clichê, mas é fato, enquanto perderes tempo querendo tornar tudo cenas de filme, só vais frustrar-te e ainda vais desgastar a tua relação até à hora em que o teu parceiro vai desistir. Ou nem tu vais maisaguentar. Relações perfeitas não existem. Nem nós somos perfeitos, então como querer exigir perfeição do outro?

Talvez exista sim uma fórmula para criar relacionamentos felizes. É permitir que, assim como tu encontraste alguém que te fez ainda mais independente, auto-suficiente, cheia de amor próprio e confiante, retribuir essas dádivas com liberdade, confiança, respeito, e diálogo.

Enquanto escolheres ver somente o lado mau das coisas, vais continuar sozinha ou em relacionamentos conturbados. Por isso, fica uma dica que pode salvar o teu relacionamento: se quiseres muito alguma coisa diz, se não for tão importante assim então não exageres: engole o drama que de tragédia o noticiário das 20h está abarrotado.

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A geração de mulheres ‘inamoráveis’!

Naquele momento eu entendi-a, e apaixonei-me pelo mundo dela.

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Uma vez, num bar, ela disse-me: “Neste mundo existem pessoas ‘inamoráveis’, e eu sou uma delas”.

Aquilo intrigou-me durante toda a noite… uma palavra fora do dicionário que ela usava para se descrever, e porquê? Observei-a enquanto ela, tímida, finalizava mais um copo de cerveja. Eu estava com ela havia quatro horas, quatro horas onde conversamos sobre filosofia, arte, astrologia, cinema e viagens…

Quando ela se dirigia ao empregado de balcão, o bar inteiro parava para vê-la… Tinha o seu carro, a sua casa e era do tipo que não dependia de ninguém, então porquê pensar assim? Ter-se-ia ela fechado para os relacionamentos?

Ela fez uma cara de entediada e chamou-me para caminhar enquanto fumava um cigarro, até à saída sorriu e cumprimentou toda a gente com aquele jeito danado de menina do mundo…

Aquilo tudo era muito pequeno e raso para ela, concluí eu.

Na rua todos passavam apressados, ela divertia-se com os animais abandonados, abaixou-se e entregou a sua garrafa de água para o morador da rua, explicou o endereço de um bar em alemão para um estrangeiro perdido que agradeceu com um sorriso, comprou chicletes de uma criança e na minha cabeça só ecoava: “inamorável”…

Foram horas a observar aquela mulher, até não me aguentar e voltar ao assunto… Eu queria entender melhor, eu queria uma definição como num dicionário. Então ela pegou na minha mão e puxou-me para um bar onde tocava uma banda de rock, ficou em silêncio por longos 30 minutos a observar tudo, até que disse:

– “Olha ao teu redor, estamos aqui já há algum tempo e durante esse tempo passou por nós uma mulher a chorar porque o seu namorado terminou com ela ontem e hoje já está com outra, pois ele acredita que pessoas são substituíveis… naquela mesa estão 10 pessoas e elas não conversam entre si porque estão nos seus smartphones. Talvez aquela mulher de vermelho seja a mulher da vida do rapaz de azul, mas ele nunca saberá pois é orgulhoso demais para tentar. Observa aquele rapaz de pólo no bar, é o terceiro copo de martini que ele toma enquanto olha para aquela loira, que por sua vez está a tentar chamar a atenção do vocalista que fingirá que ela não existe por causa da ruiva e da morena que ele pega em dias alternados, e ele não pode ficar mal perante as outras.

Olha ao teu redor, não fazemos parte disso, não somos rasos. Não fazemos mesmo parte disso! Entrámos sem telefone na mão, na expectativa de encontrar pessoas simpáticas e interessantes, com conversas interessantes, com relações reais e voltamos para casa sozinhos, somos invisíveis num mundo de estatutos onde as pessoas não vão querer-te porque tu moras longe, ou porque não gostam da tua cor de cabelo ou porque tu não curtes os Beatles, acontece tudo tão rápido que as pessoas estão com preguiça de fazer o mínimo de esforço para conhecer realmente alguém. Eu passo por essa legião como um fantasma pois eles estão ocupados demais para ver quem está ao redor enquanto procuram alguém no tinder.

E eu importo-me? Não mais. Sou inamorável porque não me importo com nada disso. Não me importo com nenhum desse estatuto, não me importo em quanto tempo levo para conquistar a pessoa, se ela realmente vale a pena, não me importo se terei que atravessar a cidade para vê-la quando tiver saudades e não me importo se ela me presentear com um convite para ir ver o show dos Beatles porque é importante para ela mesmo eu detestando a banda. Porque eu sou assim, e se antes era isto que procurávamos em alguém, hoje em dia somos considerados inamoráveis por mantermos o coração e a mente aberta.”

Naquele momento eu entendi-a, e apaixonei-me pelo mundo dela.

(Source: Akasha Lincourt)

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